quarta-feira, 16 de maio de 2012

Convites para a saúde do RN são recusados, principalmente, pelo baixo salário

Todos os médicos sondados pela governadora Rosalba Ciarlini (ou seus enviados) sobre a Secretaria de Saúde, disseram não ter interesse no cargo.
Duas razões principais justificam essa dificuldade.
Primeiro - A baixa remuneração que a função proporciona - Pouco mais de 6 mil reais (líquidos) por mês.
Segundo - O peso da responsabilidade que o cargo impõe a quem o exerce.
Uma solução, já que o salário não pode ser aumentado, seria tentar encontrar alguém que já seja funcionário do Estado (ou  na Prefeitura de Natal ou na União)  e trabalhe na área jurídica, onde os salários giram em média próxima a R$ 20 mil reais por mês.
Nesse caso, o convidado poderia fazer a opção pelo salário de sua função efetiva.
Acontece, porém, que, também nesse rumo, já foram feitas algumas sondagens, inclusive para outras secretarias, mas nem assim, o pessoal está aceitando.
E a razão é simples:
Na função efetiva, o servidor tem menor responsabilidade, menor preocupação, e é bem menos cobrado, até porque não precisa está dando as explicações quase diárias a que os secretários estão obrigados.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comentários críticos sem identificação não serão aceitos.